Isabel Ricardo nasceu em 11 de Junho de 1964.

Em 1971 mudou-se para Peniche, onde fez o 1º e o 2º ano. Em 1974 regressou à Nazaré.

Tem uma irmã mais velha sete anos, Cristina.

Isabel era uma criança sonhadora e aos três anos gostava de inventar as suas próprias histórias, fingindo que as lia nos livros e cadernos escolares da irmã, de tal maneira que quem a escutava pensava que ela já sabia ler…. Sonhava ser detective e acalentava um sonho muito querido, que nunca contou a ninguém, pois nunca acreditou que alguma vez conseguisse… ser escritora.

Escreveu o seu primeiro livro de aventuras aos 11 anos.

Aos 13 anos foi obrigada a deixar os estudos por motivos pessoais e começou a trabalhar. Por essa altura começou a enviar as histórias que escrevia para as editoras mais conhecidas do mercado, sendo recusada pela sua idade e pelo desconhecimento do nome.

Aos 16 colaborava com o jornal local com pequenos artigos.

Voltou a retomar os estudos aos 18 anos, à noite, trabalhando de dia, continuando sempre a escrever

Tem dois filhos: André e Inês. (André que já tem também dois livros publicados, na Planeta Editora: "A Demanda do Talismã" e a "Grande Batalha", prometendo vir a revelar-se um sucesso)

Só vários anos depois é que conseguiu que um romance seu fosse publicado diariamente no jornal “O Comércio do Porto”. Em 1993 escreveu “A Floresta Encantada”, contactando diversas editoras, que recusaram o projecto sempre pela mesma razão. Era desconhecida. Até que a CARPE DIEM, Associação Juvenil para a Arte e Cultura, resolveu formar editora propositadamente para lançar o livro, que contou com o apoio do Instituto da Juventude.

 

CURIOSIDADES

Isabel até aos nove anos nunca tinha visto um livro sem ser os escolares.

Inscreveu-se na biblioteca da Nazaré, trazendo livros para casa à escondidas dos pais.

Fugia para casa de amigas, dizendo que ia brincar com elas, mas ia escrever as suas histórias.

Escreve a maior parte dos livros à mão e depois passa-os para o computador. Por vezes tem dificuldades em conseguir ler o que escreveu, por escrever muito depressa.

Era para chamar-se Ondina, como a irmã preferida do pai. Só não o foi por puro acidente, pois nasceu em Coimbra, devido a uma cesariana complicada. A mãe quis chamá-la Isabel em honra da Rainha Santa Isabel, padroeira da cidade.

As personagens antipáticas dos livros normalmente existem todas...

O corvo João existe mesmo e pertence a um amigo do ex-marido da autora.

Tó Jú, Bia, Daniel e Cris existem também e são sobrinhos e afilhados da autora.

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